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terça-feira, 20 de março de 2012 0 comentários

Vamos Queimar Os Dicionários


O artigo “Vamos Queimar os dicionários”  da escritora Lya Luft que foi publicado na revista veja, fala sobre a palavra “negro” e “cigano” ameaçadas de serem expulsas dos dicionários.Nossa nação politicamente  incorreta, resolveu deletar e arrumar partes dos livros de Monteiro Lobato acusando-o de preconceito racial  para com sua personagem Tia Nastácia .
Lya Luft disse em seu artigo:
“Se formos atrás disso, boa parte da literatura mundial deve ser deletada ou "arrumada". Primeiro, vamos deletar a palavra "negro" quando se refere a raça e pessoas, embora tenhamos uma banda Raça Negra, grupos de teatro Negro e incontáveis oficinas, açougues, borracharias "do Negrão", como "do Alemão" "do Portuga" ou "do Turco. Vamos deletar as palavras. Quem sabe, vamos ficar mudos, porque ao mal-humorado essencial, e de alma pequena, qualquer uma pode ser motivo de escândalo. Depende da disposição com que acordou, ou do lado de onde sopram os ventos do seu próprio preconceito.
 Vamos deletar as palavras que nos incomodam, os costumes que nos irritam,as pessoas que nos atrapalham e, quem sabe, iniciar uma campanha de queima de livros. De autores, seria um segundo passo”
Por que só agora esta preocupação com estas simples palavras , Monteiro Lobato fez parte da minha infância e da de outros milhares de jovens de adultos hoje em dia, seus livros continuam fazendo a alegria de pequenos leitores,mas ainda existem pessoas neste mundo que tentam justificar ações adultas com palavra e expressões de livros infantis .
Mas nossa nação não percebe que eles querem deletar,julgar e modificar o que convém em seu ponto de vista para derrubar obstáculos e oponentes sem que a sociedade perceba.A raça negra hoje em dia é muito admirada por todos, não só pelo que já passaram e fizeram mas pelo preconceito que admito que ainda existe por parte de algumas pessoas, mas não são palavras de livros de décadas a trás que irão justificar as ações das pessoas de hoje, pois palavras lidas não justificam ações feitas.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011 0 comentários

Já está chegando !!!





 Preparem- se jovens e adultos inscritos no Enem pois ele já esta batendo na porta para a chegada nos dias 22 e 23 de outubro ás 13 horas , então tome precauções para não se estressar na hora da prova :
Chegue sempre uma hora antes das provas , tenha uma boa noite de sono no dia anterior, enteja bem alimentado, mantenha a calma em todas as situações e acima de tudo prepare seu conhecimento e esteja afiado para tudo que vier.
Tudo o que podemos desejar a vocês é boa sorte e boa prova.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011 0 comentários

Bienal do livro

Em 2012 de 9 á 19 de agosto terá a 22ª bienal internacional do livro.

Mas a final o que é a bienal do livro?


A Bienal Internacional do Livro de São Paulo é o grande momento do livro no Brasil. É palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, que preparam seus lançamentos para esse período.
Um local de bons negócios! Atrai jornalistas, empresários e escritores do mundo inteiro e com ótima visibilidade na mídia.
Além da larga oferta de livros, a Bienal do Livro ofereceu uma intensa programação cultural, desenvolvida para despertar o gosto pela leitura em mais de 743 mil pessoas, entre crianças, jovens e adultos. Algumas atividades foram elaboradas para personalizar ainda mais a programação, durante os 11 dias do evento.
21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo um marco na história das Bienais. Confira alguns deles: 

 Pavilhão com área de 60 mil m²

- Teto com novo isolamento
- Melhorias na iluminação
- Piso totalmente nivelado
- Banheiros reformados
- Sistema do estacionamento eletrônico, entre outras

 350 expositores nacionais e estrangeiros, representando mais de 900 selos editoriais;

 Público acima de 743 mil pessoas;

 Terceiro maior evento editorial do mundo – atrás apenas da Feira do Livro de Frankfurt e da Feira Internacional do Livro de Turim;

 R$ 1,5 milhão de investimento na programação cultural específica do evento;

 Preocupada com a formação de novos leitores, a organização investiu R$ 30 milhões na promoção e divulgação do evento;

 Um dia da programação (12 de agosto) exclusivamente à visitação de profissionais do setor, o que contribuiu para estimular negócios e valorizar o mercado editorial, com cerca de 4.500 compradores profissionais do setor;

 288 mil crianças presentes. Destas, 134 mil estiveram na Bienal do Livro pelo programa de visitação escolar agendada;

 80% dos entrevistados, pesquisa feita pelo Instituto Datafolha, compraram livros, com um gasto médio individual aproximado de R$ 90,00.

22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

 Data: Agosto de 2012
  
 Local:
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana - CEP 02012-021 São Paulo - SP 

 Foto e filmagem:
Fotos e/ou filmagem de estandes e/ou produtos só podem ser feitas com expressa autorização do Expositor

fonte:
http://www.bienaldolivrosp.com.br/
terça-feira, 13 de setembro de 2011 0 comentários

Halloween

A origem do hallowen remota às tradições dos povos que habitam a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos de 600 a.c e 800a.c., embora com diferença em relação às atuais abóboras ou da famosa frase “gostosuras ou travessuras”, exportaria pelos Estados Unidos, que popularizariam a comemoração.Originalmente, o hallowen não tinha relação com as bruxas.Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de Outubro e 2 de Novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão").






A celebração do hallowen tem duas origens que no transcurso da história foram se misturando:
Origem Pagã
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos.A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II,com a evangelização desses territórios, a religião dos celtas, chamsda druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades.Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração.Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de Novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno).Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam ao ano novo celta.A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para n´s seria "o céu e a terra" ( conceitos que só cheegaram com o cristianismo).Pra os celtas. o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor.Afesta era celebrada com ritos presidios pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia- se também que se os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.
Origem Católica
Desde o século IV a igreja da Siria consagrava um dia para festejar "Todos os Mátires".Três séculos mais tarde o papa Bonifácio IV (615) transformou o templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão)num templo cristão e o dedicou a "todos os santos", a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de todos os santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de Maio, mas o Papa Gregório III (741) mudou a data para 1º de Novembro, que era no dia da dedicação da capela de todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma.Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gegório IV ordenou que a festa de tosod  os santos  fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina uo vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro).Na tradução para o inglês. essa vigíila, era chamada All Hallow's eve (vigilia de todos os santos ), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e "All hallow Een" até chegar à palavra atual "halloween".
O Dia das bruxas( halloween é o nome original língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos,com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido,tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos (não existem referências de onde surgiram essas celebrações ).
Mito
As famosas bruxas e suas lendas aterrorizavam os moradores de vilarejos europeus e americanos nos séculos XII,XIV,XV e XVI, mas como sempre dizem toda lenda temum começo, e não é deferente com a lenda das bruxas.
Segundo docimentos, populações inteiras sumiam de determinadas regiões da Alemanha,França e Inglaterra com medo dessas mulheres que tinham pacto com o demônio e entendiam os fenômenos da natureza mas na verdade tudo isso foi inventado.
As  bruxas vem da cultura celta, onde elas sarcedotisas que cultuavam a noite e sabiam dos segredos das florestas. Com o tempo, as lendas ganharam mais fantazia, e as bruxas ganharam vassouras, chapéus. roupas pretas, varinhas mágicas e até os gatos entraram na dança. Hoje em dia aisda existem bruxas que segam tradições milenares de cultos a lua, que é considerada a mãe do universo, e utilizam também poções, caldeirões e até feitiços.
segunda-feira, 16 de maio de 2011 0 comentários

Quem foi esse cara ?

José Olympio Pereira Filho (Batatais, 10 de dezembro de 1902 — 3 de maio de 1990) foi  um editor e livreiro brasileiro. Foi o fundador da editora que leva seu nome, a Livraria José Olympio Editora, no Rio de Janeiro, em 1931.O segundo de 9 irmãos, Olympio nasceu em 19 de dezembro de 1902, na cidade de Batatais (São Paulo). Em 1918, foi para a cidade de São Paulo, com o objetivo de estudar Direito, mas conseguiu um emprego na Casa Garraux, na seção de livros, então de propriedade de Charles Hildebrand. O chefe da seção de livros era Jacinto Silva. O emprego consistia em abrir caixas de livros novos, limpar a poeira das estantes, e não lhe sobrava tempo para estudar, como pretendia. Posteriormente passou a ajudante de balconista, e a tomar gosto pelos livros.
A década de 20 marcou os últimos dias de resplendor da Casa Garraux, que era freqüentada por homens ilustres, desde políticos até escritores, como Menotti Del Picchia, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Plínio Salgado e Cassiano Ricardo. Jacinto Silva deixou a Garraux em 1920, para abrir sua própria empresa, a Casa Editora “O Livro”. Quando Hildebrand faleceu, em 1926, seu sócio Fausto Bressone assumiu a editora e colocou Olympio como gerente da seção dos livros.
No final da década de 20, Olympio começou a se interessar por livros raros, e tornou-se um entendido no assunto; muitos autores e colecionadores o consultavam quando queriam comprar livros. Com a morte de Alfredo Pujol, colecionador de livros raros, em 1930, Olympio fez uma oferta para a família e comprou todo o acervo particular de Pujol, que enriquecera sua coleção com livros trazidos em suas viagens pela Europa. O bibliófilo e político José Carlos de Macedo Soares foi um dos financiadores para a compra desse acervo. Com a morte de outro colecionador, Estevão de Almeida, do qual também adquiriu o acervo, Olympio se estabeleceu, aos 28 anos de idade, na Rua da Quitanda, 19A - São Paulo . Fundou, assim, a Casa José Olympio Livraria e Editora, em 1931.
Em 1934, a Livraria muda-se para o Rio de Janeiro, então centro intelectual do Brasil. Em 1935, Olympio se casa com Vera Pacheco Jordão, com quem teve 2 filhos. Nos anos 40 e 50, tornou-se o maior editor do país, publicando 2 mil títulos, com 5 mil edições, os quais nos anos 80 atingem 30 milhões de livros de 900 autores nacionais e 500 estrangeiros.
José Olympio recebeu o título de Cidadão Emérito de Batatais, em 1968, tendo ainda colaborado para a criação da Faculdade de Educação Física da cidade. O seu nome foi também dado à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras local, que integra o complexo educacional das Faculdades Claretianas de Batatais.
José Olympio morreu serenamente, em sua mesa de almoço. Em 1990, quando morreu, não era mais proprietário da editora que leva seu nome, pois afundada em dívidas, foi encampada pelo BNDES nos anos 70, e hoje pertence ao Grupo Editorial Record.
 
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